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Os 40 anos de 'The Dark Side of the Moon'

Neste mês de março, um dos álbuns mais importantes da história da música faz 40 anos - “The Dark Side of the Moon”. Para muitos, incluindo eu, é uma obra-prima da era analógica do rock e marca o auge do Pink Floyd.

A capa do álbum é um prisma que decompõe a luz solar em seis cores.  Foi desenvolvida para representar a iluminação de palco da banda, o conteúdo íntimo das letras (que tratam de temas como tempo, dinheiro, loucura e morte).

Confira releituras de uma das capas mais conhecidas da história.











4 comentários:

  1. Muito lindas as releituras... o nome deste fenomeno ondulatorio da luz (onda eletromagnetica) é dispersao dos raios. Ocorre porque cada espectro tem um comprimento de onda diferente e sofre um desvio diferente ao passar pelo prisma... só um pouquinho de fisica do Pink Floyd.

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    1. Maravilha Gui!!! E a ideia, poeticamente falando, passa por essa explicação científica. No caso, uma metáfora ao desvio da percepção da mente, do tempo, da forma de ver as coisas. Bjs,

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  2. Sou fã incondicional do Pink Floyd e, claro, do Dark Side também. Eu tinha visto algumas dessas imagens no Facebook, separadas, legal você tê-las reunido :)

    Eu escrevi um artigo falando um pouco sobre as letras, talvez vc goste

    http://www.umserpensante.tk/2013.2786/the-dark-side-of-the-moon-by-pink-floyd-1973

    Saudações floydianas e um abraço :)

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    1. Li o seu artigo e achei sensacional!!!

      Esse álbum é um espanto, uma obra prima... Cada vez que ouço descubro novas nuances, novas sonoridades, novas visões... O som é arrebatador... Só ouvindo mesmo, não há palavras!

      A trilogia trabalho-tempo-dinheiro têm sua representação nos 3 vértices do triangulo. A dispersão da luz, ocorre quando ela passa por essa trilogia... Não segue em sua trajetória original, ela muda, transgride... Metaforicamente, é a loucura, como resultado da guerra...

      The Dark Side of The Moon pode ser visto como um diagnóstico da loucura da rotina humana... Possivelmente Roger Waters vislumbrou a solução em The Wall.

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